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quarta-feira, 4 de julho de 2018

Bélgica (3-2 vs. Japão 02.07.2018)

Roberto Martínez

Substituições:

65': Ferreira-Carrasco por 22 Chadli (MAE);

65': Mertens por 8 Fellaini;


Coletivo:

Dinâmica muito boa na circulação de bola, correspondente ao exigente desafio chamado 3x4x3;

5x3x2 a defender: Mertens, Lukaku e Hazard pressionam pouco;

Alteração de 3x4x3 para 4x2x3x1 após as substituições, aos 65 minutos;


Individual:

9 Lukaku (PL): Muito físico, protege bem a bola; Esquerdino, gosta de aparecer na meia direita e fletir para zonas interiores;


Ausências:

-

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Bélgica (3-0 vs. Egito 06.06.2018)

Roberto Martínez

Coletivo:

Sistema (3x4x3) longe de estar consolidado. Há atropelos nas movimentações, nomeadamente de Hazard e Ferreira-Carrasco e De Bruyne está muito preso a tarefas de cobertura. Ferreira-Carrasco, além de ser um extremo de raiz, é destro, pelo que tem tendência a fletir para o meio, tal como Hazard.

Nota-se claramente a ausência de rotinas, o desconhecimento de movimentações por parte dos jogadores. É assim nas fases de construção, preparação e definição, assim como nos momentos defensivos.

A implementação deste sistema visa colmatar a falta de um lateral esquerdo de raiz de qualidade e de um trinco de qualidade, embora haja Fellaini, que pode fazer a posição.

Entre tanta mobilidade, Lukaku (autor do golo inaugural), até parecia um corpo estranho.

O 3x4x3 é um sistema que Roberto Martínez conhece bem, pois já o utilizava nos tempos do Wigan.

O Egito (sem Salah) não foi um teste suficientemente exigente para esta Bélgica, apesar de se tratar de uma seleção mundalista. As saídas rápidas nunca saíram bem ao conjunto africano, banal sem o seu principal craque.

Este sistema pode chegar para o Panamá e Tunísia, mas para Inglaterra e por aí adiante...
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