quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Leverkusen (1-3 vs. Bremen 09.02.2016)

O onze de Roger Schmidt

Substituições:


(41' Wendell expulso)

INT' Hilbert por André Ramalho (DC/MDF)

57' Chicharito por Papadopoulos (DC)

76' Kramer por Brandt (MAD)



Variações táticas:


Bellarabi e Çalhanoglu trocam de flanco entre si;


Com dez unidades, a equipa organizou em 3x4x2, com Kampl a passar para o flanco esquerdo e Çalhanoglu para o meio. A ideia é aproveitar o pulmão de Kampl na desgastante tarefa de fazer todo o corredor;

Leverkusen com apenas dez jogadores




Coletivo:


Só perante defesas muito fechadas é que Kiessling ou Chicharito baixam para apoiar a construção dos ataques;

Equipa macia a defender;



Individual:


Leno (GR): Um dos mais conceituados guarda-redes alemães da atualidade; Seguríssimo e de reflexos apurados;


Hilbert (DD): Experiente (31 anos); Lateral consistente, de poucas aventuras pelo corredor direito;


Tah (DCD): Duro de rins;


Toprak (DCE): Agressivo no bom sentido; Muito experiente, embora só tenha 26 anos; Patrão da defesa; É o capitão, está no clube desde 2011 e já superou os 150 jogos com a camisola do Leverkusen;



Bellarabi (MAD): Rápido e dinâmico; Tem estado gradualmente a intensificar o seu ritmo de jogo após a paragem de inverno;


Kampl (MCE): Recua até perto dos defesas para receber a bola; Tecnicamente fantástico; Pulmão enorme;

Dortmund (0-0 vs. Hertha 06.02.2016)

O onze escolhido por Thomas Tuchel

Substituições:



72’ Castro por Pulisic (MC/EE);

72’ Aubameyang por Adrián Ramos (PL);

81’ Reus por Ginter (MC);



Coletivo:



Os três médios atuam muito próximos em missão defensiva;

Muita pressão ao portador da bola, criando sempre superioridade numérica em situações defensivas;

A bola ser colocada em Burki, a equipa comprimir-se e o guardião bombear o esférico para o ataque, como se de um livre se tratasse, é uma das jogadas típicas do Dortmund;

A equipa aplica uma pressão alta, com o intuito de condicionar a primeira fase de construção do adversário;

Gundogan baixa mais do que o outro médio interior, Castro, para pegar na bola ainda no meio-campo defensivo;

Reus/Mkhitaryan aparecem em zona central e entregam o flanco direito por completo a Piszczek;

Extremo (Mkhitaryan) no meio, com o flanco todo para Piszczek

Nos cantos defensivos, há um homem em cada poste e marcações individuais (H-H);

Marcações individuais e homens nos postes nos cantos defensivos



Variações táticas:


Reus e Mkhitaryan trocam de flanco entre si;




Individual:

Burki (GR): Joga pelo seguro nas saídas aos cruzamentos, socando a bola;

Piszczek (DD): Muito ofensivo;

Sokratis (DCD): Central muito completo: é agressivo, ágil, rápido, com qualidade a jogar com os pés e sentido posicional; Não foi por acaso que roubou o lugar a Subotic;

Hummels (DCE): Aparece à entrada do meio-campo ofensivo a fazer passes do rotura, sendo uma espécie de Beckenbauer da nova geração do futebol alemão; Muito forte no jogo aéreo; Capitão de equipa, no clube desde 2008;

Schmelzer (DE): Lateral de propensão ofensiva;

Gundogan (MCD): Está a ter uma segunda vida depois de ter recuperado de uma grave lesão nas costas;

Weigl (MDF): Recua até entre os centrais para ajudar na primeira fase de construção, mas também chega bem ao último terço numa fase mais adiantada dos ataques;

Castro (MCE): É o médio cujo papel mais se assemelha ao de um n.º 10. É por norma o terceiro médio, o que mais se aproxima dos avançados; Habitualmente não cumpre os 90 minutos (pelo menos após a paragem de inverno);

Reus (EE/ED): Jogador de fino recorte técnico;

Pulisic (MC/EE): Está aparecer agora na equipa principal do Dortmund; Tem apenas 17 anos; O seu futebol é muito irrequieto;



Extras:

Tem o melhor ataque da Bundesliga (52 golos), superando até o todo-poderoso Bayern (50);

Marcou em 19 das 20 jornadas da Bundesliga;

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Leverkusen (0-0 vs. Bayern 06.02.2016)

Plano A de Roger Schmidt



Substituições:


52' Jedvaj por Hilbert (DD);

74' Kiessling por Brandt (MAD);

87' Bellarabi por Mehmedi (MO);

Variações táticas:


Com a saída de Kiessling, Brandt entrou diretamente para a ala direita e Bellarabi passou para as costas de Chicharito.

4x4x2 transformado em 4x2x3x1 (ou 4x4x1x1)



Coletivo:




Equipa aplicou pressão alta diante do Bayern, algo que nem sempre se verifica diante de equipas mais pequenas. Decisão estratégica de Roger Schmidt, para obrigar o adversário a jogar como não quer;

Nos cantos defensivos, há uma marcação mista: parte da equipa defende à zona junto à linha da área de baliza, outra parte tenta condicionar de perto as desmarcações de algumas das principais torres adversárias;

Marcação mista nos cantos defensivos

Frente ao Bayern, a equipa não conseguiu assumir a posse de bola e optou por um futebol de transições, sempre à procura do jogo aéreo de Kiessling;

Nos cantos ofensivos, o Leverkusen coloca cinco homens na área, quase todos muito possantes incluindo os centrais (Kramer, Tah, Kiessling, Toprak e o intruso Chicharito);

A equipa pressiona em 4x3x1x2, com Kampl atrás dos avançados;


Individual:



Leno (GR): Forte no jogo aéreo; Rápido a sair de entre os postes; Seguríssimo;


Jedvaj (DD): Não cumpre habitualmente os 90 minutos (pelo menos após a paragem de inverno);


Tah (DCD): Tem apenas 19 anos; Muito possante (1,92 m);


Toprak (DCE): Muito experiente, está sempre bem colocado e concentrado; 


Wendell (DE): ???


Kramer (MCD): Muito possante; Utiliza o corpo para ganhar bolas divididas; 


Bellarabi (MAD): Trabalha muito defensivamente; Muito habilidoso; 

Kampl (MCE): Quando aparece no último terço, a equipa torna-se mais perigosa;


Çalhanoglu (MAE): Sempre ele a executar bolas paradas; É destro, mas joga e remata bem com os dois pés;


Javier Hernández (ACD): Não toca muitas vezes na bola, mas também não precisa de o fazer para marcar; É daqueles avançados que mal se dá por ele em campo, mas na Hora H aparece para marcar;


Kiessling (ACE): Referência nas primeiras bolas pelo ar; Praticamente impossível de bater no jogo aéreo;


Mehmedi (MO): É internacional suíço, mas nasceu na Macedónia e é descendente de albaneses;



Extras:


O Leverkusen foi fundando pelos trabalhadores da farmacêutica Bayer;

A principal claque do Leverkusen dá pelo nome de Nord Kurve, que anima a BayArena a partir do topo norte;


O topo sul é a bancada dos camarotes (em caixas), tendo um estilo muito similar à dos estádios sul-americanos;

O treinador Roger Schmidt tem um estilo muito próprio: camisola de gola alta, blazer e... um passado discreto como futebolista;

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Dortmund (2-0 vs. Ingolstadt 30.01.2016)

Onze de Thomas Tuchel

Substituições:


55' Kagawa por Castro (MC);

55' Weigl por Leitner (MC);

68' Adrián Ramos por Pulisic (EE);



Coletivo:



A primeira fase de construção é iniciada pelo guarda-redes, com os centrais bem abertos e os laterais projetados;

Equipa forte nas transições defensivas, muito rápida e pressionante a reagir à perda da bola;

O Dortmund prefere muitas vezes jogar longo, através de transições, com a bola a ser bombeada diretamente do guarda-redes para os avançados;

Cantos defensivos: um jogador em cada poste;

Equipa explora até à exaustão os espaços nas costas da defesa contrária, com os avançados no limite do fora de jogo a desmarcarem-se com o timing perfeito [foi assim a jogada do 2-0];

Aubameyang no limite do fora de jogo a receber o passe

Variações táticas:

4x2x3x1 desdobrável em 4x3x3, com Kagawa a 10 ou Weigl a 6;

Aos 55 minutos, o sistema tático alterou-se definitivamente de 4x2x3x1 para 4x3x3, com Ginter como trinco e Leitner e Castro como médios interiores;

Plano B de Thomas Tuchel

Individual:

Piszczek (DD): Lateral ofensivo; Cruza bem;

Hummels (DCE): Aparece à entrada do meio-campo contrário para sair a jogar; É forte no jogo aéreo, tendo grande capacidade de impulsão;

Durm (DE): Lateral destro no lado esquerdo, joga bem com os dois pés; Dá enorme profundidade ao corredor esquerdo;

Weigl (MCE): Tem qualidade na construção do jogo e está, por norma, sempre bem posicionado; É um jovem (20 anos) mas já exibe grande maturidade no seu futebol, até pelos momentos que escolhe para fazer faltas;

Adrián Ramos (MAD): Conhecido na Colômbia como Unicórnio; Atuou como falso extremo, aparecendo sobretudo junto de Aubameyang na zona central; Não tem vingado em Dortmund e vive uma crise de confiança;

Kagawa (MO): Joga bem em espaços curtos; É um organizador de jogo;

Mkhitaryan (MAE): É o homem das bolas paradas; Outro destro na esquerda;

Aubameyang (PL): Não se fixa na área, bem pelo contrário, raramente lá está; Tem uma enorme capacidade de impulsão; É o melhor marcador da Bundesliga (20 golos);


Pulisic (EE): Tem apenas 17 anos, mas é irreverente e hábil no drible;


Ausências:



Sven Bender, Reus, Gundogan e Nuri Sahin, todos lesionados.



Leverkusen (3-0 vs. Hannover 30.01.2016)

O onze de Roger Schmidt



Substituições:


73' Çalhanoglu por Brandt (MAD/MAE)


78’ Bellarabi por Mehmedi (MAE)

78’ Hilbert por Jedvaj (DD)


Coletivo:

Çalhanoglu a fletir de fora para dentro com bola, a partir da esquerda, e a aparição de Wendell nas suas costas, é um movimento típico do ataque do Leverkusen. Çalhanoglu já nem precisa de olhar, é um automatismo que está enraizado; 

Çalhanoglu a fletir e Wendell a aparecer-lhe nas costas

Embora seja uma equipa que goste de praticar um futebol de posse e circulação, também aposta nas transições, com a bola a ser bombeada diretamente da defesa para Kiessling, que aparece como principal referência nas primeiras bolas;

A defesa é composta por jogadores lentos e dá-se mal com bolas nas costas;

A equipa expõe-se muito nas transições defensivas, prepara-se mal para a perda da bola e os jogadores também não são muito rápidos a reposicionarem-se; 

Cantos defensivos: Ninguém nos postes;


Individual:



Leno (GR): Rápido a sair de entre os postes, o que é fulcral para colmatar a falta de velocidade da defesa e para atacar o espaço dado nas costas do quarteto defensivo; É seguro entre os postes e nas saídas aos cruzamentos;

Hilbert (DD): Envolve-se pouco na manobra ofensiva;

Tah (DCD): É lento e duro de rins, mas é praticamente impossível de bater na luta corpo-a-corpo;

Toprak (DCE): Agressivo; É o patrão da defesa e a voz de comando da equipa;

Wendell (DE): Aparece nas costas de Çalhanoglu quando este flete de fora para dentro; Dá bastante profundidade ao corredor esquerdo, mas não é muito rápido a recuperar a posição;

Kramer (MCD): É o médio mais posicional, mas que está longe de ser um trinco puro, funcionando praticamente como um 8; Ficou famoso por ter perdido os sentidos na final do Mundial-2014;

Kampl (MCE): Vem buscar jogo atrás, como um 6, transporta a bola como um 8, e entrega-a praticamente como um 10; É um autêntico todo o terreno; Tem passe curto, longo e drible, além de ser rápido e ter um pulmão enorme; Sobrecarregado de funções devido ao posicionamento fixo dos dois avançados e de só haverem dois médios-centro;

Çalhanoglu (MAE): É o homem de todas as bolas paradas da equipa, à esquerda, à direita e ao meio, exibindo grande qualidade de execução; Os seus livres fazem lembrar os de Cristiano Ronaldo; Tecnicista, está longe de ser considerado um jogador rápido;

Javier Hernández (ACD): Desaparece do jogo e das poucas vezes que aparece, pode ser decisivo; É o marcador de grandes penalidades da equipa (frente ao Hannover marcou para a direita, em jeito); Remata tanto de pé direito como de pé esquerdo; Já leva 12 golos na Bundesliga e já tem direito a bandeira mexicana no estádio;

Kiessling (ACE): Fortíssimo no jogo aéreo, tem uma grande capacidade de impulsão e cabeceia com direção; É a referência da equipa nas primeiras bolas pelo ar;



A impulsão de Kiessling no momento do 1-0


Brandt (MAD/MAE): Tecnicista e habilidoso; Tenta executar em velocidade;


Extras:

Taxa de ocupação do estádio é de 95 por cento, o que dá uma média de quase 29 mil espetadores por jogo;

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Leverkusen (1-1 vs. Hoffenheim 23.01.2016)

O onze de Roger Schmidt

Substituições:




68’ Jedvaj por Donati (DD);

68’ Bellarabi por Brandt (MAD);


86’ Toprak por Ramalho (DC);



Coletivo:





O Leverkusen gosta de ter a posse de bola, circulando o esférico de forma paciente e bastante apoiada, sem queimar etapas;

A equipa mantém a estrutura de 4x4x2 tanto a atacar como a defender. É o sistema preferido de Roger Schmidt, que já o utilizava no Salzburgo;

Embora a equipa defenda com um bloco alto, não existe pressão nem tentativa de condicionamento da primeira fase de construção do adversário. Os avançados esperam pelos defesas em detrimento de lhes tentarem roubar a bola;

Avançados muito subidos a defender, mas sem pressionar

Os dois avançados (no caso Kiessling e Javier Hernández) não recuam no terreno para ajudar na construção dos ataques, fixando-se na área. Nenhum dos dois faz de segundo avançado, ambos vestem a pele de ponta de lança;

Avançados fixos na área, apesar de a bola se encontrar longe


Equipa macia defensivamente, pois permite muito espaço e não consegue ser suficientemente agressiva para ganhar as bolas divididas. O meio-campo é pouco coeso, quase sempre em inferioridade numérica;

Nos cantos ofensivos do lado esquerdo, Çalhanoglu (pé direito) bate a bola em arco na direção do segundo poste, muito chegados à baliza;

Nos cantos defensivos, existe uma marcação mista: a maior parte dos jogadores posiciona-se à zona, mas dois ou três fazem marcações homem-a-homem;

Os dois médios interiores (no caso Kampl e Kramer) alternam entre quem se posiciona mais à direita ou à esquerda;



Individual:

Leno (GR): Muito rápido a sair dos postes para proteger o espaço nas costas da defesa;

Jedvaj (DD): Dá profundidade ao corredor direito;

Tah (DCD): Central de grande envergadura (1,92 m);


Toprak (DCE): Central lento;


Wendell (DE): Lateral ofensivo, que aparece muitas vezes nas costas de Çalhanoglu para lhe dar apoio;


Bellarabi (MAD): Muito habilidoso tecnicamente;


Kampl (MCE): É essencialmente um transportador de bola, indo buscá-la junto dos centrais e entregá-la perto dos avançados; Box-to-box de grande qualidade técnica; É o equivalente a Adrien no Sporting em termos de colocação em campo, ainda que sejam jogadores de características totalmente diferentes; Dá a sensação de estar em todo o lado; Já tinha sido treinado por Roger Schmidt no Salzburgo;


Çalhanoglu (MAE): Sendo um destro no lado esquerdo, procura sempre jogar de fora para dentro; É o homem de todas as bolas paradas, sendo um especialista na execução de livres diretos; Joga bem com os dois pés;


Javier Hernández (ACD): Está a fazer uma temporada extraordinária, contabilizando muitos golos; Exibe um grande poder de desmarcação;


Kiessling (ACE): Tem estilo algo desengonçado, mas é letal no futebol aéreo;


Brandt (MAD): Habilidoso, apesar da juventude (19 anos);


André Ramalho (DC): Conhecido de Roger Schmidt dos tempos do Salzburgo; Pode atuar como central ou médio defensivo;

Dortmund (3-1 vs. M'gladbach 23.01.2016)

Plano A de Thomas Tuchel


Substituições:



70’ Castro por Ginter;

70’ Reus por Durm;

76’ Aubameyang por Adrián Ramos;



Coletivo:



4x3x3 está muito bem definido, com os três médios bastante próximos, trabalhando bastante defensivamente na pressão ao portador da bola, formando até um dos meio-campos mais coesos da Europa;

A proximidade dos três médios

Quando a equipa está em missão defensiva, há uma pressão muito grande ao portador da bola, com muita gente na zona do esférico, na tentativa de o recuperar através da superioridade numérica. Contudo, se o adversário conseguir contornar essa zona de pressão, a defesa fica exposta;

Futebol simples, objetivo e retilíneo. A equipa procura sempre o espaço vazio, é prática, tem a bola porque só com ela pode marcar, não para alcançar uma percentagem alta de posse de bola. O futebol é mastigado, mas não demasiado mastigado;

A procura do espaço vazio, neste caso o das costas da defesa

Há posse mas também transições, com a bola a ser muitas vezes bombeada diretamente do guarda-redes para o ponta de lança;

A equipa é algo estática na primeira fase de construção, não apresentando grandes movimentações ou ideias. Bombear a bola para evitar sobressaltos na defesa acaba por ser uma solução recorrente;

Utilização de falsas desmarcações para arrastar os defesas e abrir espaços para outros jogadores. Muitas das vezes só se elogia o trabalho tático dos treinadores no aspeto defensivo, e escapam estes pormenores;

Falsa desmarcação de Aubameyang a abrir espaço para Mkhitaryan

Equipa recua propositadamente em demasia quando perda a bola, para explorar contra-ataque, com Aubameyang tanta e tantas vezes no limite do fora de jogo para explorar o espaço nas costas da defesa contrária;

Cantos defensivos: jogador defensor ao 2.º poste;


Variações táticas:


Mkhitaryan e Reus podem trocar de flanco;

Quando se encontrou a vencer por 2-1, Thomas Tuchel reforçou o meio-campo defensivo com Ginter e trocou Reus por Durm, que geralmente faz de lateral:

Dortmund a defender resultado

Individual:

Burki (GR): Sentou o mítico Weindenfeller no banco;

Piszczek (DD): Dá enorme profundidade ao flanco direito;

Sokratis (DCD): Ganhou o lugar a Subotic;

Hummels (DCE): Boa saída de bola, aparecendo à entrada do meio-campo adversário para efetuar passes;

Joo-Ho Park (DE): Muito lento, pouco concentrado, é um dos pontos fracos da equipa; É limitado no apoio ao ataque;

Gundogan (MCD): Acelera o jogo através do passe; Tem muita qualidade no jogo ao primeiro toque;

Weigl (MDF): Baixa para pegar na bola e ajudar na primeira fase de construção;

Castro (MCE): Tem qualidade de passe;

Reus (ED): Aparece muito na zona central, entregando o corredor direito por completo a Piszczek; É letal no último terço do terreno, mostrando-se sempre muito eficaz no remate e no último passo; Tem muita frieza a decidir;

Aubameyang (PL): Jogador africano do ano em 2015; Não se limita aos golos que marca, também é o primeiro homem a defender; É uma referência nas primeiras bolas no jogo aéreo quando a equipa aposta em transições; É muito rápido, dá profundidade ao ataque; Muito móvel, não se fixa na área, nem sequer é um ponta de lança puro;


Mkhitaryan (EE): Sendo um destro, quando atua no lado direito joga de fora para dentro; é quem mais utiliza o drible na sua equipa;

Durm (EE): Jogador polivalente, que joga a lateral e a extremo;


Ausências:

Sven Bender, Schmelzer e Nuri Sahin, todos lesionados.