quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Dortmund (3-1 vs. M'gladbach 23.01.2016)

Plano A de Thomas Tuchel


Substituições:



70’ Castro por Ginter;

70’ Reus por Durm;

76’ Aubameyang por Adrián Ramos;



Coletivo:



4x3x3 está muito bem definido, com os três médios bastante próximos, trabalhando bastante defensivamente na pressão ao portador da bola, formando até um dos meio-campos mais coesos da Europa;

A proximidade dos três médios

Quando a equipa está em missão defensiva, há uma pressão muito grande ao portador da bola, com muita gente na zona do esférico, na tentativa de o recuperar através da superioridade numérica. Contudo, se o adversário conseguir contornar essa zona de pressão, a defesa fica exposta;

Futebol simples, objetivo e retilíneo. A equipa procura sempre o espaço vazio, é prática, tem a bola porque só com ela pode marcar, não para alcançar uma percentagem alta de posse de bola. O futebol é mastigado, mas não demasiado mastigado;

A procura do espaço vazio, neste caso o das costas da defesa

Há posse mas também transições, com a bola a ser muitas vezes bombeada diretamente do guarda-redes para o ponta de lança;

A equipa é algo estática na primeira fase de construção, não apresentando grandes movimentações ou ideias. Bombear a bola para evitar sobressaltos na defesa acaba por ser uma solução recorrente;

Utilização de falsas desmarcações para arrastar os defesas e abrir espaços para outros jogadores. Muitas das vezes só se elogia o trabalho tático dos treinadores no aspeto defensivo, e escapam estes pormenores;

Falsa desmarcação de Aubameyang a abrir espaço para Mkhitaryan

Equipa recua propositadamente em demasia quando perda a bola, para explorar contra-ataque, com Aubameyang tanta e tantas vezes no limite do fora de jogo para explorar o espaço nas costas da defesa contrária;

Cantos defensivos: jogador defensor ao 2.º poste;


Variações táticas:


Mkhitaryan e Reus podem trocar de flanco;

Quando se encontrou a vencer por 2-1, Thomas Tuchel reforçou o meio-campo defensivo com Ginter e trocou Reus por Durm, que geralmente faz de lateral:

Dortmund a defender resultado

Individual:

Burki (GR): Sentou o mítico Weindenfeller no banco;

Piszczek (DD): Dá enorme profundidade ao flanco direito;

Sokratis (DCD): Ganhou o lugar a Subotic;

Hummels (DCE): Boa saída de bola, aparecendo à entrada do meio-campo adversário para efetuar passes;

Joo-Ho Park (DE): Muito lento, pouco concentrado, é um dos pontos fracos da equipa; É limitado no apoio ao ataque;

Gundogan (MCD): Acelera o jogo através do passe; Tem muita qualidade no jogo ao primeiro toque;

Weigl (MDF): Baixa para pegar na bola e ajudar na primeira fase de construção;

Castro (MCE): Tem qualidade de passe;

Reus (ED): Aparece muito na zona central, entregando o corredor direito por completo a Piszczek; É letal no último terço do terreno, mostrando-se sempre muito eficaz no remate e no último passo; Tem muita frieza a decidir;

Aubameyang (PL): Jogador africano do ano em 2015; Não se limita aos golos que marca, também é o primeiro homem a defender; É uma referência nas primeiras bolas no jogo aéreo quando a equipa aposta em transições; É muito rápido, dá profundidade ao ataque; Muito móvel, não se fixa na área, nem sequer é um ponta de lança puro;


Mkhitaryan (EE): Sendo um destro, quando atua no lado direito joga de fora para dentro; é quem mais utiliza o drible na sua equipa;

Durm (EE): Jogador polivalente, que joga a lateral e a extremo;


Ausências:

Sven Bender, Schmelzer e Nuri Sahin, todos lesionados.

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